Trabalhando e treinando, você se transforma e conquista sonhos que nem imaginava!

Publicado: 18/03/2019

Meu nome é Renata e eu tenho 39 anos. Sou publicitária e profissionalmente iniciei minha carreira aos 19 anos. Aos 22 anos abri minha primeira empresa, a Pipa Design, uma empresa de design de marcas e embalagens, com minha irmã Beatriz. Aos 26, comecei a correr pois estava um pouco acima do peso. E foi aí que reencontrei minhas amigas de infância, a Corina e a Gisele. Correndo com elas, começamos a passar por alguns problemas, como queimaduras solares, assaduras, nós nos cabelos, e então juntas fundamos a Pink Cheeks, uma empresa de cosméticos para o esporte. Neste meio de tempo, com 32 anos, tive meu filho David.


 

Sempre mantive a corrida, ainda mais pelo fato de a Pink Cheeks estar em alta, mas nunca imaginei que depois dos 30, com 2 empresas e com 1 filho pequeno, eu fosse querer fazer algo tão grande como uma maratona. Mas não deu outra. Com 34 anos e com meu filho de 2 anos na época, fiz minha primeira maratona, em São Paulo. E então não parei mais. Em minha 4ª maratona, fui para Los Angeles com minha mãe e meu filho, que estava com 5 anos. Foi uma prova épica para mim, pois eu dava cada passo pensando em terminar bem e não morrer no caminho, pois sabia que minha mãe e meu filho estavam apreensivos, acompanhando a prova pelo rastreador do celular. Pior do que parar, seria deixar os dois preocupados que algo ruim tivesse acontecido comigo. Isso me deu forças para ir até o fim, o mais rápido que eu conseguisse. Graças a isso, consegui o tão sonhado "índice para Boston", aquele número mágico que todo maratonista persegue. Confesso que eu não imaginava que fosse um dia conseguir ter este privilégio de ir para Boston correr uma maratona, pois minha rotina é complicada e minhas prioridades são a minha família e os meus dois trabalhos. Mas, cada dia mais eu acredito que quanto mais se trabalha (e vale também o "quanto mais se treina"), mais se chega perto dos objetivos. Pensando assim, em abril embarco para Boston, para minha 5ª maratona.

 

Hoje com quase 40 anos, sou uma mulher muito melhor do que eu era, em todos os sentidos. Costumo dizer que todo mundo deveria um dia fazer uma maratona, pois com isso conseguimos saber do que somos capazes. Quebrar os próprios limites é provar para si mesmo que somos capazes de qualquer coisa quando temos vontade, dedicação, força e muito trabalho.

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